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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Globo perde passagem de Silvio Santos na emissora em incêndio


Como é de conhecimento, Silvio Santos já foi visto com o seu programa na Globo. Antes de se tornar dono de televisão, ele trabalhava como produtor independente e  comprava horário em emissoras, dentre elas, o canal carioca.

No entanto, o MIS, que está realizando uma exposição em homenagem ao dono do SBT, entrou em contato com a Globo para obter alguns materiais de Silvio quando trabalhava para a emissora. No entanto, o canal alegou que não sobrou no acervo nenhum vídeo ou foto desse período da produção.


De acordo com o jornalista Daniel Castro, a TV Globo diz que o material pode ter se perdido ou ter sido queimado. As imagens que exibe no projeto Globo Memória foram coletadas com terceiros. É uma justificativa cabível, já que o canal da família Marinho passou por quatro incêndios: 1969, 1970, 1971 e 1976, pouco mais de um mês após a saída dele.

Sendo assim, a Globo colaborou com um único material para a exposição: vídeos do Carnaval do Rio de Janeiro de 2001, ano em que a escola de samba Tradição homenageou Silvio Santos no enredo.


A mostra faz homenagem com atrações históricas, nas quais os visitantes poderão arriscar a sorte no Show do Milhão, relembrar o confinamento da Casa dos Artistas, adivinhar Qual É a Música? e ouvir os jurados do Show de Calouros.

Além disso, de acordo com o jornalista Daniel Castro, o público conhecerá detalhes sobre o apresentador que vão além da imagem que ele exibe todo domingo, no SBT. “Tem vários depoimentos, de profissionais que trabalham com Silvio há mais de 40 anos e de artistas que tiveram a trajetória diretamente relacionada a ele, que Silvio descobriu, investiu. Tem Celso Portiolli, Eliana, Christina Rocha, Wagner Montes, Sergio Mallandro, Carlos Alberto de Nóbrega e Gugu”, diz Gabrielle Araújo, uma das curadoras da exposição.

Para completar, áudios inéditos de Manuel de Nóbrega (1913-1976) sobre Silvio Santos. Para quem não sabe, eles foram muito próximos, e foi do criador da “Praça da Alegria” que Silvio herdou o Baú da Felicidade, negócio que impulsionou seu império.

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