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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Reposição hormonal é alternativa para quem sofre com climatério e menopausa

Tratamento com hormônios pode aliviar sintomas clássicos que tanto afetam mulheres no fim da vida reprodutiva

A menopausa, época em que a função reprodutora feminina é extinta, é um dos maiores temores das mulheres a partir de 45 anos. Isso porque o período é conhecido por seus sintomas clássicos e desagradáveis como ondas de calor, ressecamento vaginal, insônia e cansaço a uma parcela considerável das mulheres.

Entretanto, o início desses sintomas tão característicos têm uma nomenclatura específica. É o climatério, período em que se iniciam os sinais que indicam que a função dos ovários está no seu término e que culmina na menopausa, nome dado à última menstruação da vida da mulher, que ocorre aos 48 anos, em média, no Brasil.

Todas as mulheres estão suscetíveis a apresentarem sintomas, mas nem todas sofrerão. Há mulheres que podem sentir absolutamente nada e outras que têm queixas verdadeiramente sindrômicas. Para as que sofrem com muitos sintomas e perdem qualidade de vida por conta deles, uma das saídas pode ser a reposição hormonal, que como o nome sugere, é uma reposição dos hormônios que o corpo da mulher, à época da menopausa, já não é mais capaz de sintetizar.

“Primeiro, devemos considerar que a menopausa não é uma doença, mas apenas uma fase da vida da mulher caracterizada pela perda da função reprodutiva. Assim, terapia hormonal não é curativa, mas tão somente sintomática”, conta a Dra. Marcia Dias, do Hospital Samaritano de São Paulo. Há uma melhora significativa nas ondas de calor - o que melhora o sono - na umidade vaginal, além de ser um meio eficiente para se evitar a osteoporose. 

Por funcionar como um medicamento, a reposição não está isenta de efeitos colaterais, que podem se manifestar em uma parcela das usuárias, de acordo com as características individuais. Por isso, muitas mulheres ainda resistem em fazer o uso de hormônios femininos e optam por medicamentos alternativos. 

“Há a opção do uso de fitoterápicos, antidepressivos e outros medicamentos específicos para cada queixa ou necessidade. Também cabe salientar a importância dos exercícios físicos e alterações no estilo de vida”, recomenda a Dra. Marcia . Por ocorrer no início da fase de envelhecimento das mulheres, é fundamental que haja cuidados gerais com a saúde, garantindo prevenção, diagnóstico e tratamento de inúmeras outras doenças.

Hospital Samaritano de São Paulo

Um dos principais centros de excelência em saúde do País, o Hospital Samaritano de São Paulo completou 121 anos de atividades em 2015. Fundado em 25 de janeiro de 1894, nasceu como primeiro hospital privado da capital paulista e hoje é uma das poucas instituições de saúde que permanece em atividade, em duas passagens de séculos, com recursos do próprio negócio.
É um hospital especializado em Cardiologia, Gastroenterologia, Neurologia, Ortopedia, Oncologia, Trauma, Transplante, Urologia e Ginecologia, Obstetrícia e Perinatologia, com atendimento completo e integrado aos pacientes, com acompanhamento em todas as etapas do tratamento. Além disso, oferece Serviço de Emergência Especializada 24 horas em Ortopedia, Cardiologia, Neurologia e Trauma.
O Complexo Hospitalar do Hospital Samaritano conta com 19 andares, 310 leitos de internação e Unidade de Terapia Intensiva, além de um Centro Cirúrgico com 16 salas para a realização de procedimentos de alta complexidade. Desde 2004, é certificado pela Joint Commission International (JCI), um dos mais importantes órgãos certificadores de padrões de qualidade hospitalar no mundo.

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