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sexta-feira, 14 de abril de 2017

Acusado de receber propina de empreiteira, Celso Russomanno se manifesta


Acusado de ter recebido R$ 50 mil de propina da Odebrecht, o deputado federal Celso Russomanno (PRB -SP) se manifestou sobre o assunto em nota enviada à Globo, que noticiou o suposto envolvimento do ex-apresentador da Record no caso.

Russomanno, que teria recebido o dinheiro da propina durante a campanha de 2010 e será investigado no STF, declarou: “Tomei ciência da notícia de que estou sendo alvo da abertura de um inquérito, pois dois delatores afirmam terem doado R$ 50 mil para minha campanha de deputado federal em 2010 e não ter sido contabilizada na prestação de contas. Eles falseiam com a verdade, pois não fui candidato a deputado federal e sim ao governo do estado, portanto esta informação é falsa”.

E continua: “Na minha campanha de 2010, havia pessoas responsáveis pelo financeiro da campanha, e se alguém recebeu os R$ 50 mil não contabilizados, quero saber quem foi, pois será responsabilizado civil e criminalmente. Os delatores têm a obrigação de informar para quem foi entregue o suposto valor. Coloco imediatamente à disposição de qualquer pessoa ou jornalista meus sigilos bancário, fiscal e telefônico desde 1995, quando iniciei minha vida política. Em absolutamente nenhuma das minhas campanhas, tanto para deputado federal quanto para o Executivo, recebi doação em meu nome, como pessoa física, de qualquer empresa ligada ao grupo Odebrecht. E todas as doações feitas ao meu partido estão devidamente registradas na prestação de contas à Justiça Eleitoral. Tenho minha consciência tranquila. Minha honra e minha trajetória integra e transparente na vida pública ao longo de mais de 20 anos falam por mim”.

O G1 ainda declarou que “A defesa do deputado Celso Russomanno (PRB-SP) diz desconhecer a origem da denúncia. Afirma que todas as contas eleitorais do parlamentar foram declaradas e aprovadas pela Justiça Eleitoral. Criticou ainda o fato de haver a divulgação de uma lista sem antes mesmo que as defesas dos citados tenham acesso ao teor da denúncia”.



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