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terça-feira, 27 de junho de 2017

No 1º dia de funcionamento Canal do Desenvolvedor MPME do BNDES recebe cerca de 1.000 propostas

Ferramenta interativa dá mais poder a micro, pequenos e médios empresários na negociação de melhores condições de financiamento, pois a mesma proposta pode ser encaminhada, simultaneamente, a mais de um banco repassador

Cada proposta foi encaminhada a 2,6 agentes financeiros, o que resulta em 1.397 pedidos de crédito

O Canal do Desenvolvedor MPME, nova plataforma de relacionamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com micro, pequenos e médios empresários, registrou mais de 1.000 propostas para obtenção de financiamentos no seu primeiro dia de funcionamento. Ao todo, foram encaminhados 2.417 pedidos às instituições financeiras credenciadas para repassar recursos do BNDES, o que indica uma média de aproximadamente 2,4 agentes financeiros selecionados pelos empreendedores que preencheram as propostas no formulário online.

O Canal do Desenvolvedor MPME foi lançado na segunda-feira, na representação do BNDES em São Paulo, pelo presidente da instituição, Paulo Rabello de Castro e está disponível no endereço www.bndes.gov.br/canal-mpme. A plataforma representa um marco estratégico na atuação do Banco ao segmento empresarial de menor porte.

O Canal do Desenvolvedor MPME permite que o BNDES passe, pela primeira vez, a se comunicar diretamente com o empreendedor interessado em suas linhas de financiamento. Até então, essa interação se dava apenas de forma indireta, através de agentes financeiros repassadores.

Por meio do canal, as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs), ou seja, empresas com faturamento anual de até R$ 300 milhões, podem fazer manifestações de interesse de crédito, via internet, em qualquer lugar, 24 horas por dia, nos sete dias da semana, sem precisar visitar um agente repassador de recursos para iniciar a busca de apoio financeiro  do BNDES para seus projetos.

O canal é responsivo, ou seja, pode ser acessado por meio de dispositivos móveis (celulares e tablets). Produtores rurais, microempreendedores individuais (MEIs) e transportadores autônomos de cargas (caminhoneiros) também podem utilizar a ferramenta.

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